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07/07/2021 às 15h51min - Atualizada em 08/07/2021 às 11h51min

Vinho Verde é ótima pedida no Inverno

Temperatura mais baixa pede Vinho Verde

SALA DA NOTÍCIA Debora Legnani
Uma das bebidas mais apreciadas, principalmente nas baixas temperaturas é sem dúvida o vinho. Porém, poucos sabem que os Vinhos Verdes, reconhecidos mundialmente pelo frescor, pela leveza e pela delicadeza, também são perfeitos para os dias frios.
 
Há diversos rótulos na bela e exuberante região portuguesa detentora de uma extensa vegetação nativa (daí o nome Vinhos Verdes), que combinam à perfeição com o inverno. Desde tintos com mais corpo e estrutura, a brancos untuosos, texturados e encorpados, fermentados em madeira ou com estágio em barricas. E mesmo brancos com alguns anos de garrafa que cujo envelhecimento agrega uma complexidade ímpar. Resultando em pares perfeitos de uma longa lista de pratos típicos dos dias mais frios. Uma massa com um molho mais cremoso, como um Fettuccine Alfredo, por exemplo, casa muito bem com um alvarinho fermentado em barricas de carvalho. Uma moqueca capixaba rica em temperos e especiarias combina muito bem com um Vinho Verde envelhecido. Tem estrutura e complexidade para harmonizar com o peixe bem como o frescor ideal para suavizar toda a intensidade aromática do prato , ensina Manuel Pinheiro, Presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV). Organismo que tem por objetivo representar os interesses das profissões envolvidas na produção e comércio da Denominação de Origem (DO) «Vinho Verde» e da Indicação Geográfica (IG) «Minho» e a defesa do património regional e nacional.

Até mesmo a fondue de queijo ou de carne, eternos campeões de venda nos meses de junho, julho e agosto, funcionam muito bem com vinhos da região. “Brancos da sub-região de Baião feitos com a uva avesso, ou um loureiro envelhecido de Lima funcionam bem com uma fondue de queijo. Já com um de carne, um Alvarinho com estágio em barrica de Monção & Melgaço harmoniza lindamente”, sugerem a sommelier Alexandra Corvo e o chef de cozinha, Guga Rocha.

Toda essa diversidade dos vinhos verdes deve-se as diferenças climáticas significativas lá encontradas. Além do excelente trabalho de enólogos e vinícolas que buscam sempre pela inovação e respeito a natureza, extraindo assim o melhor do terroir.
 
Também contribui para a diversidade o conjunto de montanhas e vales cortados por rios. Particularidade percebida nas características de cada uma das nove sub-regiões que compõem a Denominação de Origem dos Vinhos Verdes: Monção e Melgaço, Lima, Cávado, Ave, Basto, Sousa, Baião, Paiva e Amarante.

Então já sabe: nesse inverno experimente um Vinho Verde.”

Sobre a CVRVV
A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes é um organismo que tem por objetivo a representação dos interesses das profissões envolvidas na produção e comércio da Denominação de Origem (DO) «Vinho Verde» e da Indicação Geográfica (IG) «Minho» e a defesa do patrimônio regional e nacional que constitui, revestindo, nesta qualidade, a forma jurídica de uma Associação Regional, Pessoa Coletiva de Direito Privado e Utilidade Pública, e durará por tempo indeterminado.  Ela está creditada pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC).

 
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